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Organização Regional do Algarve do PCP
Iniciativas 25 de Abril PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Sexta, 25 Abril 2008 19:28

concelho

Tipo e local da iniciativa

Orador

Alcoutim

Jantar dia 24 de Abril – Restaurante“Poço Novo” – Giões.

Comandante Lopes Mendonça

Aljezur

Almoço dia 25 de Abril- Escola Primária Alfambras

Marco Joia da DORAL do PCP

Albufeira

Almoço no CT de Albufeira dia 27 de Abril

Rui Fernandes da CP do CC do PCP

Fuzeta

Almoço dia 25 de Abril – Restaurante “Angélica”

Paulo Neto do CC do PCP

Pechão

Almoço dia 25 de Abril – Restaurante “Monte Amarelo”

José Castanheira da DORAL do PCP

Olhão

Almoço dia 25 de Abril – Restaurante “Mata Mulas”

Rosa Rabiais da C.Politica

VRSAntónio

Almoço dia 25 de Abril – Restaurante “Mota” –Monte Gordo

Comandante Lopes Mendonça

Lagos

Colóquio “Da Resistência à Liberdade” com Margarida Tengarrinha, José Veloso e Luís Granito, no bar “Galo”, dia 22 Abril  21horas

 

Lagos

Jantar 24 de Abril – Restaurante “Esperança de Lagos”

José Augusto Esteves da CCC

Portimão

Jantar 24 de Abril – Restaurante “Lugar do Rio”

Abilio Fernandes da CCC

Silves

Almoço 25 de Abril – Restaurante “Ponte Romana”

Comandante Francisco Batista

Tavira

Almoço 25 de Abril Restaurante “Casa D’el Rei “

Miguel Cunha da DORAL do PCP

Faro

Almoço 25 Abril na “COOPOFA”

José Augusto Esteves da CCC

Loulé

Almoço 25 Abril no CT Quarteira .

Gisela Palma da DORAL do PCP

S.B.Alportel

Almoço 25 Abril -  Armazém D. Catarina, sitio das Mealhas

António Mendonça

 
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pcp

PARTIDO COMUNISTA PORTUGUÊS

Direcção da Organização Regional do Algarve

 

Comunicado da DORAL

 

 

1- O final deste ano de 2013 vem confirmar todos os alertas e denúncias do PCP quanto ao rumo de desastre nacional que atinge o país e a região. Longe da propaganda e da demagogia desenvolvida pelo Governo e pelos propagandistas dos interesses do grande capital, aí está a dura realidade que leva o Algarve a viver a sua pior crise desde os tempos do fascismo. Esta situação poderá ainda ser agravada, caso venham a concretizar-se o Orçamento do Estado para 2014 e as medidas que este comporta, como sejam cortes em salários, pensões, funções sociais do Estado, investimento público e autarquias locais, a par das privatizações e outras benesses para o grande capital.

 

É sobretudo sobre os trabalhadores da região que se fazem sentir as consequências da política de exploração e empobrecimento em curso: o desemprego atinge máximos históricos, durante o longo inverno, indo além dos 60 mil trabalhadores; a redução de salários e remunerações no sector público e privado; a precariedade alastra-se, os novos contratos de trabalho que têm como referência o salário mínimo e até menos; o aumento do trabalho não pago e dezenas de empresas com salários em atraso ou à beira da insolvência (caso do grupo Moviflor); o desrespeito da contratação colectiva e a imposição de novos mecanismos de exploração como os bancos de horas nas grandes cadeias de distribuição (casos das lojas Pingo Doce e Continente) ou as 40 horas na Administração Pública central e local; centenas de trabalhadores, muitos deles qualificados, estão a ser empurrados para emigração, com uma dimensão a que não se assistia desde os anos 60 do século passado.

 

2- Sobre o conjunto da população pesam, além de todas as medidas impostas ao longo dos últimos anos pelos sucessivos governos, a política de ataque aos serviços públicos e, tal como o PCP atempadamente denunciou após as eleições autárquicas, uma nova vaga de serviços encerraram – tesourarias da Segurança Social (em São Bartolomeu de Messines ou Quarteira); extensões de saúde ( no Azinhal, Odeleite ou Vaqueiros); serviços de transporte ferroviário em São Marcos da Serra, Acrescem ameaças de encerramento de 6 repartições de Finanças ou do Tribunal em Monchique. Simultaneamente, no seguimento da fusão dos hospitais de Faro, Portimão e Lagos, está em curso um processo de degradação dos cuidados de saúde no âmbito do Centro Hospitalar do Algarve que abrange meio milhão de habitantes.

 

Importa lembrar como a população é massacrada pelas portagens na Via do Infante (desde Dezembro de 2011) e pelo completo abandono do investimento público: vejam-se as obras paradas na EN125 e em várias escolas (no âmbito da Parque Escolar) ou a ausência de perspetivas para investimentos futuros, fundamentais para o desenvolvimento da região e sistematicamente reivindicados pelas populações. Tal é o caso dos investimentos nas vias de transportes e comunicações – a eletrificação e duplicação da ferrovia; portos e barras do Algarve; ponte internacional de Alcoutim; etc.

 

3- No plano económico, pese embora os tão propalados resultados deste ano de algumas empresa na área do Turismo (sem qualquer reflexo nas condições de vida dos trabalhadores do sector), a verdade é que continuam por aproveitar as imensas potencialidades produtivas da região. O Algarve praticamente viu desaparecer a sua actividade industrial - aprofundando-se um modelo assente na monoactividade do Turismo, na especulação, no lucro imediato com mão-de-obra barata e pouco qualificada e que despreza o papel do mercado interno e de milhares de PME's. A esta realidade somam-se agora mais ameaças sobre todo o sector das pescas e, de forma muito preocupante, a Ria Formosa, já que milhares de mariscadores e viveiristas viram as suas zonas de intervenção serem abruptamente desclassificadas pelo Governo. Ao mesmo tempo pequenos produtores agrícolas são massacrados por desproporcionadas obrigações fiscais – como o IVA - face aos parcos rendimentos obtidos.

 

4- Perante esta situação o PCP sublinha que esta política e o modelo económico que ela arrasta, a não serem interrompidos, agravarão todos os problemas da região. Neste sentido é urgente que o país se liberte e rejeite o Pacto de Agressão que PS, PSD e CDS assinaram com a União Europeia e o FMI. Impõe uma ruptura com a política de direita que há mais de três décadas e meia domina o país, pela mão destes três partidos. É necessário demitir este governo e realizar eleições antecipadas. Só uma política patriótica e de esquerda e um governo que a concretize poderão devolver ao povo e ao país tudo quanto lhe tem sido roubado, permitindo respeitar e garantir direitos, afirmar os valores de Abril e a Constituição da República enquanto elementos para um Portugal e uma região com futuro.

 

5 – O PCP saúda a intensa luta dos trabalhadores e das populações que no país e na região têm feito ouvir a sua voz. Às centenas de pessoas que participaram na Marcha por Abril realizada no passado dia 19 de Outubro em Lisboa, seguiram-se os milhares que no dia 26 de Novembro, em mais de uma dezena de acções no Algarve, promovidas pela CGTP-IN, rejeitaram o Orçamento do Estado que PSD e CDS aprovaram na Assembleia da República.

 

A luta tem tido expressão concreta e sectorial nos últimos meses em várias acções mobilizando: professores; forças de segurança; trabalhadores da justiça; ferroviários; trabalhadores da portaria e vigilância; mariscadores, viveiristas e pescadores; pais e encarregados de educação; reformados e pensionistas, etc. Confirma-se, assim, um forte e abrangente caudal de lutas que são o principal obstáculo aos objectivos do governo e do grande capital e o grande factor de transformação social e construção de uma mudança na vida do país.

 

Apelando à intensificação da luta de massas, o PCP assinala a importância da concentração marcada para o próximo dia 17 de Dezembro em Castro Marim e da Marcha em Portimão para 19 de Dezembro, acções que se integram na semana de luta convocada pela CGTP-IN e que, entre outros objectivos, visa exigir ao Presidente da República que cumpra a Constituição e vete a proposta de Orçamento do Estado para 2014.

 

6 – No seguimento de uma intensa actividade e intervenção do PCP ao longo de 2013, com destaque para o êxito com que foram travadas as últimas eleições autárquicas e para os resultados alcançados pela CDU, a DORAL evidencia a realização nos passados dias 2 e 3 de Dezembro, das Jornadas Parlamentares do PCP no Algarve, a campanha de contacto e mobilização das populações sob o lema “Basta de roubos e mentiras”; e as comemorações do Centenário de Álvaro Cunhal, com a realização de dezenas de iniciativas ao longo de todo o ano e que contribuíram para a afirmação do ideal e do projecto comunistas.

 

A DORAL do PCP, ao mesmo tempo que valoriza o empenho dos seus militantes e organizações da região nas muitas e exigentes tarefas que a actual situação impõe, aponta para 2014 a necessidade de intensificar a luta de massas, a iniciativa e intervenção políticas e o reforço do Partido. Neste âmbito, têm particular destaque o recrutamento e integração de novos militantes, assim como a realização da 8ª Assembleia da Organização Regional do Algarve do PCP, no final do ano.

 

A DORAL do PCP apela ainda para o máximo empenhamento e participação no próximo ano nas comemorações do 40º Aniversário da Revolução de Abril. No actual quadro político, económico e social, essas comemorações serão uma inquestionável oportunidade de afirmação dos valores da liberdade, da democracia, do desenvolvimento e do progresso social, da defesa da Constituição da República e do regime democrático, do caminho de libertação e emancipação dos trabalhadores e do povo português contra todas as formas de exploração e opressão, inseparáveis da luta pela construção de uma sociedade nova, do socialismo e do comunismo em Portugal.

 

Faro, 13 de Dezembro de 2013

 
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                                                                cartaz_Ria

 
Situação Política - Análise de Março PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Sábado, 05 Abril 2008 11:09

A DORAL do PCP na sua reunião de 28 de Março, decidiu lançar um forte apelo à mobilização dos trabalhadores para a resposta ao prosseguimento da ofensiva do Governo contra os seus direitos, nomeadamente as que resultam das alterações ao Código de Trabalho. Assinalou ainda como extraordinariamente positivo, o vasto conjunto de iniciativas que tiveram lugar por toda a região, inseridas nas comemorações do 87º aniversário do Partido, e que envolveram mais de 1000 militantes comunistas e outros democratas.

1- A DORAL do PCP, na análise a que procedeu da situação política e social, manifesta a sua apreensão pelo impacto que poderá vir a ter na região o agravamento da situação económica resultante da denominada crise do imobiliário. O previsível aumento das taxas de juro e das comissões, somará pressão à pressão já exercida pelas grandes superfícies sobre milhares de micro e pequenos empresários. Tal quadro agravará também a situação de muitas famílias, desde logo jovens, seja directamente, através das taxas de juro para habitação, seja indirectamente, por via do favorecimento das condições propiciadoras ao prosseguimento de um elevado número de falências, com consequências no emprego.

2- O agravamento da situação económica, aliado à perda de direitos sociais e ao agravamento do custo de vida, perspectiva um quadro gerador de fundadas preocupações, numa região onde impera a precariedade e tem vindo aumentar a pobreza e a exclusão. 

3- A DORAL do PCP alerta desde já para eventuais linhas de argumentação que podem desenvolver-se, visando usar a crise como justificação para lançar novos sacrifícios sobre os trabalhadores e os reformados. A crise tem exactamente a sua raiz nas políticas de direita, na opção pelos baixos salários, nas orientações políticas e económicas tendentes a favorecer o capital financeiro.

4- A DORAL do PCP saúda os professores em luta pela defesa da Escola Pública, da sua dignidade e do futuro do país. Não existe malabarismo governamental que esconda as consequências desta política. A DORAL do PCP alerta para as desastrosas consequências que significará a municipalização do ensino básico, seja para a situação dos vínculos dos trabalhadores não docentes, mas também para as diferenças de qualidade que se introduzirão em função dos meios de cada município, bem como para os sinais de dificuldade que atravessa a Universidade do Algarve, seja do ponto de vista financeiro, seja no que respeita às consequências das medidas respeitantes a vínculos, carreiras e remunerações.

5- A DORAL do PCP denuncia pressões em curso sobre trabalhadores, ligados ao grupo Jerónimo Martins, para que trabalhem no feriado do 1º Maio. Denuncia ainda processos tendentes ao despedimento de 40 trabalhadores na empresa ROCAMAR, bem como a acção prepotente de funcionários da Câmara Municipal de Faro, impedindo a conclusão de um plenário do STAL com trabalhadores da FAGAR, plenário esse devidamente informado. 

6- Neste quadro, a DORAL do PCP manifesta a sua solidariedade aos trabalhadores que estão a ser vitimas de inaceitáveis prepotências e arbitrariedades, exige das autoridades competentes uma acção eficaz, tomará a iniciativa de confrontar o Governo sobre estas matérias e apela aos trabalhadores para que reforcem a sua unidade, combatendo a chantagem e as pressões que sobre eles está a ser exercida. A DORAL do PCP manifesta a sua solidariedade   à jornada de luta convocada pela CGTP-IN para o próximo dia 17 de Abril, em Lisboa, e apela ao envolvimento dos militantes comunistas para uma forte mobilização e participação que se transforme num grande Basta! a mais ataques aos direitos, bem como a uma forte participação nas comemorações do 1º Maio.

7- A DORAL do PCP decidiu lançar para o próximo dia 5 de Abril uma acção regional de contacto com a população sobre a situação da Saúde, num quadro em que se mantêm os eixos fundamentais da política de saúde, em que os privados vão conquistando crescentes parcelas nesta área, com consequências sobre as camadas mais desfavorecidas. Como a DORAL do PCP sempre afirmou, a construção do Hospital Central não resolve as consequências da política de saúde que tem vindo a ser desenvolvida, com o fecho de SAP´s e extensões de saúde, nem resolve o problema dos algarvios em listas de espera, os milhares sem médico de família e a falta de enfermeiros, médicos e outros trabalhadores. Jamais aceitaremos que a construção novo Hospital se transforme numa operação de propaganda, agora que as eleições se avizinham, visando apagar todo um vasto e profundo conjunto de problemas que afectam as populações.
 
8- A DORAL do PCP verifica que a pompa e circunstância que rodeou o anúncio da requalificação da EN 125, ignora algumas das aspirações das populações e, nalguns casos mesmo, das autarquias locais. Está neste caso a não previsão da feitura da variante em Odiáxere, uma antiga aspiração da população, cuja proposta apresentada pelo PCP em sede de PIDDAC foi chumbada e que agora continua a merecer o desprezo do Governo. A DORAL do PCP reforça a exigência de que estes e outros casos sejam contemplados nas obras que vão ter lugar. É positivo e necessário a requalificação da EN 125, mas é necessário que a mesma dê uma resposta efectiva aos problemas e não se fique somente pelos aspectos estéticos.
 
9- A DORAL do PCP  concluiu pela necessidade de intensificação da acção geral de reforço do Partido. Neste âmbito, congratula-se com o ritmo de novas adesões ao Partido, com o alargamento da venda do Avante! e com a constituição de novas células de empresa e sectores profissionais, bem como o vasto e diversificado conjunto de iniciativas que têm tido lugar pela região sobre os mais diversos temas. Assinala como extraordinariamente positivo o conjunto de iniciativas comemorativas do 87º aniversário do Partido, percorrendo todos os concelhos da região e juntando mais de 1000 militantes comunistas e outros democratas. A DORAL do PCP decidiu ainda da planificação do calendário da 1ª fase preparatória do XVIII Congresso do PCP, bem como de aspectos relativos à preparação da Festa do Avante.

10- A DORAL do PCP, decidiu ainda uma acção regional de esclarecimento sobre as consequências do Tratado Europeu, para o próximo dia 23 de Abril, data em que está marcada a sua ratificação na Assembleia da República, num quadro em que o PS e o PSD recusam o Referendo tripudiando sobre os compromissos assumidos. Tal acção regional de esclarecimento, vem no seguimento de sessões públicas que já tiveram lugar na região para discussão do seu conteúdo e consequências para a soberania nacional.

11- A DORAL do PCP apela à participação de todos os democratas nas comemorações do 34º aniversário da Revolução de Abril, comemorações que devem revestir uma mais clara afirmação em defesa da Liberdade e da Democracia, de afirmação dos valores de Abril, no quadro dos crescentes ataques e limitações que vão tendo lugar, em que iniciais episódios se vão transformando em regulares controlos policiais e acompanhando a aplicação de medidas de política preocupantes nas áreas da Justiça e Administração Interna. 

Faro, 31 de Março de 2008                                                

 A DORAL do PCP    


 

 
Marcha – Liberdade e Democracia: PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Quinta, 06 Março 2008 23:16
Grande momento de afirmação de um Novo Rumo para Portugal 
 marcha_liberdade  

O Secretariado da DORAL do PCP saúda os militantes comunistas e as organizações partidárias da região pelo grau de adesão e participação à Marcha – Liberdade e Democracia. Saúda ainda os muitos democratas do Algarve que fizeram questão de participar na iniciativa, bem como os que, não podendo participar por razões diversas, fizeram chegar a manifestação do seu apoio aos objectivos da Marcha. 

 

A sua convocação e o grande êxito que constituiu a sua realização, confirmaram a justeza da sua necessidade e dos objectivos que a enformaram; confirmaram que existe na sociedade portuguesa uma imensa vontade de mudança.

 O PCP, hoje como ontem, honrando os seus compromissos com os trabalhadores e com o povo português, prosseguirá a intervenção que favoreça uma ruptura democrática e de esquerda, que pare com o ciclo do mais do mesmo em que mudam os protagonistas, mas mantêm-se as políticas.  O Secretariado da DORAL do PCP apela ao reforço da acção e intervenção das organizações do Partido e anuncia a realização, por toda região, de um vasto conjunto de iniciativas comemorativas do 87º aniversário do PCP (em anexo).  O Secretariado da DORAL do PCP manifesta a sua solidariedade aos professores e à sua justa luta marcada para 8 de Março, em defesa de um Ensino Público e de Qualidade, pela dignificação da profissão docente, contra o autismo de uma ministra e de um Governo descredibilizado.  
 
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