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Organização Regional do Algarve do PCP
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Greve geral de 27 de Junho no Algarve –
extraordinária participação dá força à luta pela
demissão do Governo

1- A DORAL do PCP saúda os muitos milhares de trabalhadores que, no Algarve, aderiram e participaram na Greve Geral de 27 de Junho transformando-a numa inequívoca demonstração de força, consciência de classe e determinação e prosseguir a luta pela demissão do governo e por uma ruptura com a política de direita que abra caminho a uma vida melhor, a um futuro de progresso, justiça social e desenvolvimento. Uma saudação que se dirige igualmente à CGTP-IN que convocou a Greve Geral e a todos os dirigentes e activistas sindicais que na preparação desta luta, nas muitas dezenas de piquetes de greve, no conjunto das concentrações tornaram possível o êxito desta luta.

 

2- Enfrentando o medo e o conformismo, as ameaças de desemprego e a intimidação nos locais de trabalho, a precariedade e a pressão do grande patronato e do Governo, prescindindo de um dia de salário numa altura em que este – pela crescente degradação das condições de vida – tanta falta faz, os trabalhadores da região, nos vários sectores de actividade, deram mostras da sua disponibilidade para não permitir que prossiga o rumo de exploração e empobrecimento que o governo está a impor ao país. Os trabalhadores e as populações da região querem uma mudança. Uma mudança que passa pela demissão de um governo ilegítimo e por eleições antecipadas, pelo fim do Pacto de Agressão, por uma ruptura com décadas de política de direita ao serviço dos grupos económicos, pelo cumprimento da Constituição da República, por uma política patriótica e de esquerda que responda aos problemas do país.

 

3- A Greve Geral teve impacto e assumiu uma elevada expressão em todos os sectores da região, designdamente:

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PCP_AR

PARTIDO COMUNISTA PORTUGUÊS

Grupo Parlamentar

 

PCP apresenta iniciativas legislativas sobre a abolição de portagens na Via do Infante e a conclusão das obras de requalificação da EN 125

 

 

O Grupo Parlamentar do PCP apresentou na Assembleia da República, no passado dia 26 de junho, dois projetos de resolução: um sobre as portagens na Via do Infante e outro sobre as obras de requalificação da EN 125 (em anexo).

 

O Projeto de Resolução n.º 777/XII/2.ª recomenda ao Governo a imediata abolição da cobrança de taxas de portagem em toda a extensão da Via Infante de Sagres - A22, desde a Ponte Internacional do Guadiana até Lagos/Bensafrim.

 

O Projeto de Resolução n.º 778/XII/2.ª recomenda ao Governo que adote as medidas necessárias para que, no âmbito da subconcessão do Algarve Litoral, sejam retomadas rapidamente as obras de requalificação da EN 125, que incumba a empresa Estradas de Portugal de proceder à construção dos lanços retirados da subconcessão Algarve Litoral em outubro de 2012, e que proceda à renegociação do contrato da subconcessão do Algarve Litoral, de modo a reduzir a taxa interna de rendibilidade da subconcessionária, garantindo, por essa via, uma diminuição dos encargos do Estado ao longo da vida da subconcessão.

 

O PCP já havia apresentado, ao longo da presente legislaturas, várias propostas no sentido da abolição de portagens na Via do Infante, nomeadamente em junho e dezembro de 2011 e em maio e junho de 2012, tendo todas estas iniciativas legislativas sido rejeitadas com os votos conjugados do PSD, PS e CDS. Não se resignando com uma medida com consequências tão negativas para a economia regional e para os algarvios, o Grupo Parlamentar do PCP torna a levar este assunto ao Parlamento, convicto que a introdução de portagens na Via do Infante foi um clamoroso erro, que urge corrigir.

 

 

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pcp

PARTIDO COMUNISTA PORTUGUÊS

Direcção da Organização Regional do Algarve

Faro - Desfile do PCP exige demissão do Governo e apela à Greve Geral

 

No dia em que se assinalaram dois anos de Governo PSD/CDS, cerca de duas centenas de comunistas e de outros democratas, desfilaram na baixa de Faro exigindo a demissão do Governo, eleições antecipadas e a concretização de uma política patriótica e de esquerda que responda aos problemas e às aspirações dos trabalhadores e do povo português.

 

Na capital do desemprego – o Algarve é a região do país com a mais elevada taxa de desemprego – foi exigido o fim das portagens na Via do Infante (medida que uniu e une o PS, o PSD e o CDS), o aumento dos salários e das pensões, a defesa da produção regional e nacional rompendo com uma política que, na região, apenas apostou no turismo e na especulação imobiliária. Foi ainda denunciada a situação de crescente exploração dos trabalhadores Algarvios – particularmente na hotelaria e no comércio -, a perseguição aos mariscadores e viveiristas que ganham o pão na Ria Formosa, a destruição de serviços públicos como nos correios e na saúde, a extinção de várias freguesias, o empobrecimento de milhares de idosos, a ruína de muitos micro e pequenos empresários que são também vítimas da política de direita.

 

Saudou-se ainda, nas duas intervenções realizadas – por Botelho Agulhas do Comité Central e por Vasco Cardoso da Comissão Política e responsável pela DORAL – as muitas lutas travadas no Algarve ao longo deste ano, apelando-se simultâneamente a uma ampla e combativa participação na Greve Geral do próximo dia 27 de Junho, convocada pela CGTP-IN. Assinalados que foram estes dois desastrosos e penosos anos de Governo PSD/CDS, ficou claro que, com excepção do grande capital que tem enchido os bolsos à conta desta política, é impensável para o povo português suportar mais dois anos com este governo e com esta política.

 

Nesta iniciativa participaram ainda vários independentes, que estão empenhados na afirmação da CDU como a alternativa à desastrosa gestão autárquica que PS, PSD e CDS têm promovido nas 16 câmaras municipais do Algarve e deu-se força a essa importante batalha política e eleitoral que será determinante para derrotar um governo ilegítimo e cada vez mais isolado.

 

 

O Secretariado da Direcção da Organização Regional do Algarve do PCP

 

 
Reforçar a organização e intensificar a luta PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Terça, 29 Janeiro 2008 13:17

A DORAL do PCP, na sua reunião de 25 de Janeiro de 2008, procedeu á análise da situação política e social e á definição de objectivos para o ano em curso. 

1-      A DORAL do PCP reafirma a sua critica no que respeita à política de saúde para a região. As consequências estão à vista – custos mais altos para os utentes e atendimento mais deficiente. É hoje uma evidência que a política de saúde do Governo PS não está ao serviço dos portugueses, desde logo dos que menos recursos têm e, também é uma evidência, que os respectivos responsáveis regionais fazendo a triste figura de defender o indefensável e de justificar o injustificável, movem-se, sobretudo, pelo objectivo de segurar cargos e não de servir os interesses da região.

2-      A DORAL vê com muita apreensão tudo o que vai sendo posto em marcha em matéria de novas construções, incluindo grandes superfícies comerciais. Tal rumo, não augura nada de bom sob o ponto de vista ambiental, de um desenvolvimento equilibrado e faz aumentar a pressão sobre muitos micro e pequenos empresários que se encontram numa situação cada vez mais difícil.

3-      No quadro das políticas que vêm sendo desenvolvidas pelo Governo PS, vão tendo cada vez maior expressão as que visam a limitação da liberdade e da democracia. Desde logo as respeitantes aos direitos dos trabalhadores, onde assume especial relevância aquilo que está projectado no que respeita a alterações ao código de trabalho. Mas também o que está em curso no que respeita ao ataque á gestão democrática das escolas, com a reposição, entre outros aspectos, da figura do director que tudo pode, manda e decide; com a alteração da lei eleitoral para as autarquias locais, num arranjinho entre o PS e o PSD, retirando papel aos presidentes das Juntas de Freguesia e afastando dos executivos municipais a presença da oposição, tornando mais opaca as opções de gestão;  a nova lei governamentalizadora das regiões de turismo, entre tantos outros aspectos.

4-       A DORAL do PCP alerta para o crescimento da pobreza e da exclusão, inserida numa lógica de aumento das desigualdades e assimetrias regionais. Os últimos dados oficiais disponíveis confirmam que, em 15 dos 16 concelhos da região, os salários médios são mais baixos do que o salário médio nacional e que o salário médio praticado em Monchique no que respeita às mulheres é 400€ mais baixo do que o salário médio de um homem em Faro. É chocante!

5-      A DORAL do PCP traçou um conjunto de prioridades e objectivos para a acção partidária, destacando desde já a mobilização dos militantes comunistas e outros democratas para a participação na Marcha – Liberdade e Democracia que terá lugar no dia 1 de Março em Lisboa, no quadro da rejeição frontal de todas as linhas que visem a limitação da liberdade de organização e da existência dos partidos políticos e permitam a devassa da vida e dos ficheiros partidários, bem como momento de dizer Basta! Ao alastramento das injustiças sociais.

6-      A DORAL do PCP apela à intensificação da luta social para travar os objectivos gravosos da política em curso e definiu um conjunto de iniciativas a levar a efeito das quais dará conta em momento oportuno.

 
Saúde no Algarve PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Quinta, 17 Janeiro 2008 00:25

Hospital de Faro – exigem-se reais medidas

  Os alertas e preocupações para que o PCP vem alertando desde há muito, em resultado da política de saúde do governo PS, vão-se tornando cada mês que passa factos reais que lesam as populações e envergonham a região.  As imagens televisivas passadas, furadas que foram as tentativas de bloqueio às mesmas, sobre a situação das urgências no agora denominado Hospital Central do Algarve, sendo uma realidade desde há muito, não podem deixar de chocar qualquer cidadão e deviam fazer corar de vergonha o PS.  Vergonha que também deveriam ter por, ao alterarem o estatuto do Hospital, de Distrital para Central, mas mantendo todo o restante quadro de prestação de serviços, aumentarem as taxas a pagar pelos utentes. É inadmissível!   O espectáculo dado pelo responsável da ARS, no recente programa Prós e Contras, tentando justificar o injustificável, cujas posteriores imagens televisivas completamente desmentiram, deveria conduzir o próprio a tirar um conjunto de ilações.   Pela parte do PCP a ilação fundamental é a reafirmação das posições que tem vindo a assumir de que esta política de Saúde do governo PS, de ataque ao serviço nacional de saúde, de encerramento de SAP´s e outros serviços, de ataque aos seus profissionais, só pode resultar em graves prejuízos para as populações, que é justa a sua indignação e protesto.  

A situação nas urgências do Hospital, não se resolve somente com uns pré-fabricados provisórios que faça com que a acumulação de macas com doentes não se processe em corredores, mas noutros termos. O problema não é como se amontoam as pessoas, mas a resposta efectiva aos problemas das pessoas.

  

14 de Janeiro de 2008                                                

 O secretariado da DORAL do PCP

 

 

 
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