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Buzinão do PCP junta dezenas de viaturas em marcha lenta contra as portagens

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Dezenas de viaturas com bandeiras vermelhas desfilaram em Marcha lenta na passada 6ªfeira dia 12, pelas 17 horas em Faro, contra as portagens na Via do Infante.

 

Esta acção, realizada 3 anos depois da introdução de portagens na Via do Infante, contou com a solidariedade de muitos outros automobilistas que se juntaram ao Buzinão demonstrando o seu descontentamento com esta medida que PS, PSD e CDS impuseram à região.

 

A acção terminou com a intervenção de Vasco Cardoso, membro da Comissão Política do Comité Central do PCP que, sublinhando o facto das portagens apenas servirem os interesses da concessionária constituindo um roubo às populações e à região, reafirmou a determinação do PCP de prosseguir a luta no Algarve e na Assembleia da República até que a via do Infante seja devolvida ao povo português.

 
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pcp

PARTIDO COMUNISTA PORTUGUÊS

Direcção da Organização Regional do Algarve

Buzinão do PCP em Faro assinala 3 anos de portagens na Via do Infante

 

Assinalando três anos sobre a imposição de portagens na Via do Infante (8 de Dezembro de 2011) o PCP irá realizar pelas 17 horas em Faro, no próximo dia 12 de Dezembro, um buzinão entre a zona das piscinas municipais e o Teatro das Figuras, culminando com várias intervenções, entre elas, de Vasco Cardoso, membro da Comissão Políca do Comité Central do PCP.

 

Trata-se de mais uma ação que afirma a coerência e determinação do PCP de uma luta contra a introdução de portagens na Via do Infante que começou antes da sua imposição pelo PS, PSD e CDS, que se prolongou em vários momentos até aos dias de hoje e que perdurará enquanto essa infraestrutura não for devolvida ao povo português.

 

A introdução de portagens na A-22 esta a ter repercussões muito negativas para a atividade económica da região, a contribuir para o encerramento de empresas, o aumento do desemprego e o agravamento das injustiças e das desigualdades sociais. Percorrer todo o Algarve, com regresso custa 23,20 €. De Vila Real de Santo António a Faro e regresso custa 10€ e de Lagos Faro e regresso 13,20 €. Uma realidade que contrasta com a autoestrada que a prolonga do outro lado da fronteira por Espanha, onde não são pagas portagens, constituindo uma diminuição da competitividade com o mercado vizinho e representa também uma barreira económica para o turismo com origem terrestre.

 

O PCP está desde o início na linha da frente de combate, primeiro à introdução das portagens e depois pela respetiva revogação, tendo o nosso Grupo Parlamentar apresentado propostas de abolição das portagens não apenas na Via do Infante / A22, mas também nas restantes ex-SCUT e exigiu a extinção da parceria público-privada criada para requalificar a EN 125, bem como das atuais parcerias público-privadas, propondo o recurso à gestão pública para concluir as obras de requalificação. O processo das SCUT e a luta pela sua abolição tem também contribuído para denunciar o disfarce camaleónico dos deputados do PS, PSD e CDS que na Assembleia da República votam contra a abolição das portagens, mas em declarações feitas no Algarve, quer em público quer em vésperas de campanha eleitoral, afirmam que estão contra. A provar a falta de seriedade de quem toma estas medidas, está o facto de as portagens terem sido aprovadas em 8 de Dezembro de 2011 e a requalificação da estrada nacional 125, tomada como alternativa, ter tido, logo em Março de 2012, as obras suspensas por iniciativa do Governo do PS.

 

Até à abolição das portagens, os algarvios podem contar com a luta do PCP para derrubar estas barreiras interpostas ao desenvolvimento da região pelo PS, PSD e CDS, uma luta que assume a demissão do actual governo como uma exigência inadiável e que aponta a necessidade de uma alternativa patriótica e de esquerda que garanta um Portugal com futuro.

 

Faro, 9 de Dezembro de 2014

 

O Secretariado da Direção da Organização Regional do Algarve do PCP

 


 
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    Sob o lema "Mais Organização, Mais Intervenção, Maior Influência, um Partido Mais Forte para um Algarve com Futuro", realizou-se no dia 29 de Novembro, em Faro, na Escola Superior de Saúde a 8ª Assembleia da Organização Regional do Algarve do PCP, com a presença do Secretário Geral Jerónimo de Sousa.
    Para além de debater a situação económica e Social da Região nos últimos 4 anos a Assembleia elegeu a nova Direcção Regional e definiu as linhas orientadoras para o desenvolvimento do trabalho na Região para os próximos 4 anos.

     

    Intervenção de Jerónimo de Sousa, Secretário-Geral, Faro, 8ª Assembleia da Organização Regional do Algarve

    Não há uma política de esquerda sem romper com a política de direita

    29 Novembro 2014

     

    Uma primeira palavra de saudação aos camaradas delegados e aos convidados. Saudação que estendo aos trabalhadores e ao povo do Algarve, a todos quantos aqui vivem, trabalham e lutam para concretizarem o seu direito a uma vida e a um futuro dignos.

    O balanço que esta Assembleia aqui fez da evolução da situação económica e social do Algarve deu-nos a real dimensão do impacto na vida dos trabalhadores e das populações de uma política de desastre nacional prosseguida nestes últimos anos de governos do PS e do PSD/CDS.

    Recessão económica profunda e continuada, altas taxas de desemprego e de precariedade no trabalho, empobrecimento acentuado das classes e camadas populares, retrocesso no acesso aos direitos à saúde, à educação, à segurança social e a outros serviços públicos, mais cavadas assimetrias territoriais.

    Tal como nos deu conta da valorosa luta de resistência dos trabalhadores e do povo desta região e da sua contribuição para o isolamento de um governo e de uma política que o país condenará, estamos certos, em definitivo à derrota.

    O Algarve foi particularmente vítima destes anos negros de política de austeridade e concentração de riqueza, imposta ao País a pretexto do combate a uma crise que tem as suas causas mais fundas no funcionamento e contradições do próprio sistema capitalista, cada vez mais parasitário e decadente, e na política de direita que alimenta e aprofunda sua natureza exploradora, opressora e predadora.

    Uma política que em Portugal assumiu um carácter cada vez mais agressivo à medida que foi avançando o projecto de recuperação e restauração monopolista que os três partidos da troika nacional tomaram como objectivo nuclear das suas opções políticas anos a fio.

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